quinta-feira, 8 de novembro de 2007

Juntos pela Vida acusam a Direcção-Geral de Saúde e pedem demissão do seu Director...


COMUNICADO - Juntos pela Vida acusam a Direcção-Geral de Saúde de não revelar dados recentes sobre as consequências do Aborto na Saúde da Mulher.


A demissão do respectivo Director é um imperativo de saúde pública!

Perante as Circulares Normativas da DGS sobre aborto provocado, vem a Associação Juntos Pela Vida relembrar o seguinte:

- Como poderá ser recordado do último debate referendário colocou-se com agudeza o problema de que o aborto tinha também impacto na vida da mulher em que o mesmo era praticado.
- Existe um número esmagador de publicações científicas avaliando esse impacto a nível físico, psíquico, relacional, e social.
- Desde o ano 2000, considerando só as revistas científicas credíveis, foram publicados 543 estudos sobre a matéria.
- A lista dos efeitos secundários associados ao aborto enche centenas de páginas nos livros que se dedicam a compilar toda a evidência científica.
- A própria DGS já reconheceu oficialmente que seria impossível fornecer a uma grávida a lista de todas as possíveis complicações pós-aborto em virtude desta ser demasiado grande.
- Surpreendentemente, as referências bibliográficas ínsitas nas Circulares da DGS referem textos com 28, 26 e 23 anos. Os dados científicos mais recentes citados pela DGS têm mais de 7 anos.
- Não há nenhum texto da DGS fazendo uma lista das, por exemplo, 20 complicações mais frequentemente associadas ao aborto induzido.
- Os Juntos pela Vida consideram muito revelador que no tocante ao aborto por medicamentos, a maioria dos estudos citados pela DGS sejam de uma revista sem credibilidade, propriedade do maior operador privado da indústria do aborto. Qualquer artigo publicado por um português nesta revista não seria considerado nas avaliações plurianuais do Ministério da Ciência.
- Sendo as sequelas psíquicas uma realidade sofrida por muitas mulheres que abortam, a DGS apresenta somente um estudo sobre esta matéria. E cita o estudo apenas para afirmar que hemorragias prolongadas são raras…

Assim a Associação Juntos pela Vida pergunta:

- Porque teme a DGS a evidência científica?
- É a DGS uma entidade técnico-científica ou politica?
- Estará a DGS empenhada em garantir que o absurdo número de abortos, lançado pelos defensores do aborto antes do referendo, venha a ser atingido ainda que seja necessário ocultar informações cruciais às mulheres?
- A DGS procura transmitir aos médicos orientações técnicas, ou prefere propaganda ideológica produzida pela indústria privada do aborto?
- Quando a DGS não veicula informação científica recente, isenta e completa, está a agir por ignorância, incompetência ou tem outras motivações?

A ocultação dos vários riscos do aborto para a saúde da mulher descritos em inúmeros artigos científicos e ignorados pela Direcção Geral de Saúde, revela uma negligência grave por parte desta entidade que está obrigada a informar com rigor e isenção com a consequente necessidade de demissão do Director Geral da Saúde que deverá ser substituído por um profissional devidamente qualificado e competente, independentemente do seu sentido de voto no último referendo sobre o aborto.
Lisboa, 31 de Outubro de 2007

Contacto para a Comunicação Social: António Pinheiro Torres (917233335) ou http://www.blogger.com/

terça-feira, 9 de outubro de 2007

Em defesa da Família...

Aqui está um pedido que penso vir ao encontro dos nossos interesses de defensores da Família.

Não se esqueçam de assinar.

Saudações


Exmos Senhores

O código do IRS prevê que todos os pais, à excepção dos casados ou viúvos, possam deduzir até 6.500 EUR por filho.

Esta situação de discriminação contra os pais casados ou viúvos já dura há imensos anos, tendo sido objecto de imensas reclamações, intervenções na comunicação social, etc, sem que tenha merecido por parte dos governantes a mínima atenção.

Isto está certo? Faz sentido?

Muitos casais têm, lógica e legitimamente, optado por não se casarem ou por se separarem a fim de não serem vítimas desta discriminação.

Num gesto de cidadania responsável, optamos por levar à mudança da lei, uma vez que leis iníquas não contribuem para a dignificação do povo a que se destinam, pelo contrário.

Nesse sentido, está a decorrer na internet uma petição (
http://www.forumdafamilia.com/peticao) para ser entregue ao Presidente da Assembleia da República, Primeiro-Ministro e Ministro das Finanças, para acabarem com esta discriminação.

A fim de não prejudicar as finanças públicas, é sugerido que esta dedução passe a ser igual a metade do actual valor (ou seja, 3.250 EUR por filho) para todos os pais, independentemente do seu estado civil, uma vez que, infelizmente, hoje em dia o número de filhos de pais casados ou viúvos já é só metade do número total de jovens e crianças, ou seja, é igual ao número de filhos de pais com outro estado civil.

Assine e divulgue!

Qualquer pessoa pode assinar esta petição, desde que concorde com o seu conteúdo!

Não discriminamos ninguém, nem baseado no estado civil nem na idade!

Os seus filhos, mesmo menores, também podem e devem assinar. Eles são as principais vítimas desta lei!

Fórum da família, 5 de Outubro de 2007

segunda-feira, 17 de setembro de 2007

O que as Crianças vêem… Fazem

Um Excelente anúncio…

sexta-feira, 17 de agosto de 2007

Criatividade, o elo que falta na educação?

Dar mais importância à criatividade na edução, é o tema desta posta.

Aqui temos um especialista e uma pequena palestra muito interessante…



Sir Ken Robinson makes an entertaining (and profoundly moving) case for creating an education system that nurtures creativity, rather than undermining it. With ample anecdotes and witty asides, Robinson points out the many ways our schools fail to recognize -- much less cultivate -- the talents of many brilliant people. "We are educating people out of their creativity," Robinson says. The universality of his message is evidenced by its rampant popularity online. A typical review: "If you have not yet seen Sir Ken Robinson's TED talk, please stop whatever you're doing and watch it now."

http://www.ted.com/index.php/talks/view/id/66


Sir Ken Robinson (born in
Liverpool in 1950[1]) is a leading expert on innovation, creativity and human resources. He is the author of the books The Arts in Schools: Principles, Practice and Provision (which discuses the place of the arts in the schools' curricula) and Out of Our Minds: Learning to be Creative (which, according to Arts Professional, "focuses on the widening gulf between academic institution teachings and the feelings, emotions and imagination that drive us as humans").

segunda-feira, 13 de agosto de 2007

Para os pais e avós dos mais pequenos…


A Sociedade Portuguesa de Pediatria (SPP) vai recomendar a vacinação de crianças contra o vírus que provoca a gastroenterite, que é a principal causa de desidratação grave nos mais pequenos.



Talvez seja bom, na próxima ida ao pediatra não se esquecerem desta notícia…


Saudações.

quarta-feira, 8 de agosto de 2007

Do Alentejo...



Por vezes ainda existe a tendência primária de subverter os valores da liberdade sendo a limitação da liberdade do outro a primeira tendência, não respeitando minorias ou maiorias silenciosas, o caso que apresento é um bom exemplo disso em que após a decisão abrupta de vedar a um conjunto de cidadãos um bem que é comum e que tem por finalidade também servi-los, é tempo de seguir este exemplo e dizer basta, façam também abaixo assinados, comunicados para a comunicação social, qualquer coisa, mas façam… Eu começo por aqui...


“Évora: Criadores e praticantes de hipismo contestam proibição de andar a cavalo na ecopista


6 de Agosto de 2007

Um grupo de criadores e praticantes de hipismo contestou hoje a proibição de circular a cavalo na ecopista de Évora, através de um abaixo-assinado, com cerca de 500 subscritores, entregue no município local.
"Sentimo-nos discriminados por, agora, não podermos passear a cavalo na ecopista ecológica, subsidiada por fundos comunitários e que devia estar aberta à livre utilização por todos", criticou João Vaz-Freire, o primeiro subscritor do abaixo-assinado.
Este antigo cavaleiro de alta competição falava à agência Lusa após a entrega documento, hoje à tarde, na Câmara Municipal de Évora.
Na origem do protesto está o Regulamento de Utilização da Rede de Percursos Ambientais de Évora, em vigor desde dia 28 de Julho, que ordena a gestão da ecopista e dos percursos do Alto de S. Bento, Monfurado e Aqueduto, com coimas (dos 50 aos 1.000 euros) para punir as infracções.
Ao abrigo do regulamento, passou a ser "expressamente proibido" o parqueamento e circulação de cavaleiros na ecopista, Aqueduto e Alto de S. Bento, destinados somente à circulação a pé, de bicicleta e em cadeira de rodas.
Só nos percursos na serra do Monfurado, na zona rural do concelho, visto utilizarem caminhos públicos e municipais, é que é permitida a circulação de cavaleiros e veículos motorizados.
As regras para a ecopista merecem a contestação do denominado "Grupo de Criadores, Utilizadores e Amantes do Cavalo na cidade de Évora", responsável pelo abaixo-assinado hoje entregue e que reivindica a revogação do regulamento.
"Estamos convictos que o presidente da câmara nos vai responder e que o regulamento será revogado. Devia-se optar por um código de boa conduta que abranja todos os tipos de utilizadores da ecopista", argumentou João Vaz-Freire.
Os subscritores realçam que o desactivado Ramal Ferroviário de Mora, onde existe hoje a ecopista, é utilizado "há 20 anos" por cavaleiros, os quais não podem, agora, ser "marginalizados" no acesso à infra-estrutura.
"Esta proibição não faz sentido. Não consultaram peritos ligados ao mundo equestre e ter uma pista ecológica onde não se pode passear a cavalo não é bom para o desporto, nem para a cultura, nem para o turismo", afiançou João Vaz-Freire.
Desde a entrada em vigor do regulamento, a GNR "já autuou vários cavaleiros" na ecopista, um deles "às 06:30", numa zona rural daquele percurso "onde não havia vivalma", denunciou ainda o mesmo praticante de hipismo.
Os subscritores lembram que os percursos ambientais têm na sua génese a criação de "itinerários" destinados, entre outras actividades, ao "hipismo" e "em condições de poderem ser utilizados livremente por todos os cidadãos".
O concelho de Évora possui "cerca de 150 cavaleiros federados", com "licença nacional e internacional e seguro", destacou João Vaz-Freire, que sugere mesmo, no texto do abaixo-assinado, um esboço para um código de boa conduta aplicável aos adeptos dos cavalos.
"O percurso de cavaleiros no troço alcatroado até podia ser totalmente proibido, porque é aí que o tráfego de pessoas é maior. E, na terra batida, até ao quilómetro sete, em que ainda há pessoas a pé, os cavalos poderiam circular, mas só a passo", exemplificou.
João Vaz-Freire reconheceu à Lusa ter conhecimento da existência de "algumas queixas", mas esclareceu não ter registo de "qualquer incidente" provocado por cavaleiros.
RRL.
Lusa/Fim”