sábado, 23 de junho de 2007

Este país está para o aborto…???

"O regulamento hoje publicado obriga os médicos que optarem por essa condição [objecção de consciência em caso de aborto] a preencherem um formulário a explicitar as razões expressas no nº 1 do artigo 142 do Código Penal a que se refere a objecção, especificando sempre todas as razões que fundamentarem a sua decisão" in www. publico.pt

Perante isto ficam as seguintes considerações:

- As mulheres podem abortar PORQUE SIM! E ai de quem lhes venha dar bons conselhos...

- Não pagam taxas…, pois, assim fica bem mais barato ao Estado: não têm que gastar dinheiro em abonos de família, em licenças de maternidade, creches, etc,...

- Os médicos que recusarem fazer um aborto têm OBRIGATORIAMENTE de justificar por escrito TODAS AS RAZÕES da sua consciente decisão de não quererem por fim à vida do feto...

- Só falta aguardar serenamente a decisão do inacreditável ministro da saúde de impor sanções a quem se recusar a abortar em hospitais públicos...

Este país está mesmo de pernas para o ar....

Resta os Açores! 100% Objectores de consciência. Podia-mos mudar-nos todos para lá!

quinta-feira, 14 de junho de 2007

JÁ FORAM AS ESCOLAS... AGORA QUEREM RETIRAR OS CRUCIFIXOS DOS HOSPITAIS E CENTROS DE SAÚDE



A associação Cívica República e Laicidade exige explicações do Ministério da Saúde perante o que chama de "neutralidade confessional". A associação quer que o Ministério retire todos os crucifixos expostos nos hospitais públicos. Agora, para alem da exigência de os retirar das escolas, este grupo que apareceu do nada há relativamente pouco tempo quer, agora, que a medida também se aplique aos hospitais. Esta dita associação afirmou à comunicação social que "estamos deveras preocupados com algumas situações de evidente abuso clerical católico que ocorrem com unidades de prestação de cuidados integradas no Serviço Nacional de Saúde – hospitais e centros de saúde de construção recente". Carlos Azevedo, Bispo Auxiliar de Lisboa e porta-voz da Conferência Episcopal, retorquiu dizendo que "é preciso perceber que a sociedade portuguesa não é laica, o Estado é que o é, mas o Estado deve também respeitar a sociedade" acrescentando que "não pode haver a ditadura de uma minoria sobre a maioria". A liberdade religiosa é, sempre foi nos últimos tempo, um direito dos cidadãos. Isto é indiscutível. Agora, também é indiscutível, que a fé cristã faz parte do espírito da esmagadora maioria da população portuguesa. Faz parte do espírito, faz parte da história, faz parte da cultura e das raízes mais profundas do Povo Português. Que alguns energúmenos queiram desenraizar tudo o que ainda resta do espírito Nacional é um direito que lhes assiste. Não nego isso! Que queiram apagar a história, apagar as tradições, apagar as raízes Nacionais, apagar o conceito da família tradicional, podem tenta-lo. É isso que fazem através de um ensino que prepara os jovens para o individualismo, retirando-lhe os símbolos mais elementares das tradições da família e de uma cultura milenar. Para alem do ensino podemos constatar o conteúdo das telenovelas para os jovens e os programas com maior audiência juvenil. É uma "maquina" semi-secreta" a operar por tudo o que seja sítio e lugar onde possam influenciar as opiniões. É um polvo com muito tentáculos, tentando esmagar o que ainda resta do espírito tradição e famíla. No fundo do fundo o que esta gente quer não é retirar, meramente, os crucifixos. O que pretendem é retirar o pouco que resta do espírito e da cultura Nacional. O que pretende não é retirar crucifixos. É acabar com Portugal. É acabar com uma Nação milenar destruindo todos os seus alicerces. É a globalização, onde não passamos de um pequeno lugarejo descaracterizado e desenraizado. E, se repararmos – doa a quem doer – estas acções têm a sua actividade mais incrementada quando os socialistas detêm o poder. Isto, quer em Portugal quer em qualquer outro país. Pensem nisso…

M. Abrantes

segunda-feira, 4 de junho de 2007

O PAÍS DO SUBSÍDIO

O apoio à natalidade em Portugal está ao rubro!

Vejam só como isto é espantoso.

O artigo 35º do Código do Trabalho prevê uma licença de maternidade entre 14 e 30 dias para trabalhadoras que tenham tido aborto provocado nos termos do artigo 142º do Código Penal, os mesmo dias a que têm direito trabalhadoras que tenham tido um aborto espontâneo. O artigo 142º do Código Penal, que até há pouco tempo incluía os abortos feitos nas situações de excepção conhecidas, agora inclui o aborto a pedido até às 10 semanas em estabelecimento legalmente autorizado. Como não mexeram no artigo 35º do Código do Trabalho, a trabalhadora que aborte porque não pode sustentar mais um filho, porque teve um descuido, ou porque sim, não só o faz à borla (nunca é demais lembrar que os métodos contraceptivos se pagam...) como ainda recebe um subsídio pelos dias em que não pode trabalhar. Até aqui já não é grande coisa, principalmente no que ao duplo financiamento diz respeito. Mas não é tudo. Imaginem que o dito subsídio, recebido pela dita trabalhadora que aborta a pedido, corresponde a 100% do seu salário bruto. Ou seja:

- recebe mais do que receberia se fosse trabalhar;

- recebe mais que uma trabalhadora grávida que tenha que parar de trabalhar antes do parto sem que este esteja em risco; e

- recebe mais que uma mãe que preste assistência na doença a um filho menor.

Nestes dois últimos casos, as trabalhadoras recebem apenas 65% do salário bruto.Brilhante, não é?

Cortar nas pensões aos idosos, introduzir taxas moderadoras no SNS para crianças e subsidiar duplamente o aborto a pedido. Tirar a uns (não necessariamente os que mais têm e muito provavelmente os que mais precisam) para dar a outros.


LGF